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Entre retorno e história: Eritreia volta a CAN e a RD Congo garante classificação para Copa do Mundo 2026
Após 19 anos fora, Eritreia retoma caminho nas eliminatórias enquanto Congo garante classificação histórica após vencer a Jamaica
O futebol africano vive um momento que mistura passado, presente e futuro em campo.
De um lado, a Eritreia reaparece após quase duas décadas longe das competições continentais. Do outro, a República Democrática do Congo escreve um novo capítulo ao conquistar uma classificação histórica diante da Jamaica.
São movimentos diferentes, mas que apontam para a mesma direção: o fortalecimento do futebol africano como protagonista global
Eritreia: voltar também é vencer
A Eritreia voltou a disputar as eliminatórias da Copa Africana de Nações após cerca de 19 anos de ausência.

Divulgação/ENFF / Jogada10
Durante esse período, o país ficou afastado do cenário esportivo internacional por questões políticas e estruturais que impactaram diretamente sua participação em competições oficiais. Agora, o retorno representa mais do que presença em campo: é reconstrução.
Uma nova geração de jogadores passa a ocupar um espaço que ficou vazio por quase duas décadas e, com isso, reabre caminhos para o futuro do futebol no país.
RDC: quando a história se escreve na raça
Se a Eritreia simboliza retomada, a República Democrática do Congo representa avanço.
A vitória sobre a Jamaica garantiu uma classificação histórica e ajudou a consolidar um marco inédito: pela primeira vez, 10 seleções africanas estarão presentes na competição.
O resultado foi construído em um jogo de alta intensidade, marcado por equilíbrio e pressão, e terminou com a RDC confirmando seu lugar entre as seleções que representam o novo momento do continente.
Os dois episódios mostram faces complementares do futebol africano:
- países que retornam e retomam suas trajetórias
- seleções que avançam e ampliam sua presença global
Mais do que resultados isolados, esses movimentos refletem:
- crescimento técnico
- maior competitividade
- expansão de oportunidades no cenário internacional
Entre ausência e conquista, o continente mostra que sua história no futebol não é linear, mas é contínua. Entre quem retorna e quem conquista, o que se vê é um continente cada vez mais presente. Com mais seleções, mais histórias e mais espaço em campo, África não só participa, ela transforma o jogo.




